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	<title>Pensando Direito</title>
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	<description>Mais do que meros divulgadores</description>
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		<title>STF declara inconstitucionais dispositivos da lei de drogas que impedem pena alternativa.</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 00:01:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Cesar Faria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu No STF]]></category>

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		<description><![CDATA[Por seis votos a quatro, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (1º) que são inconstitucionais dispositivos da Nova Lei de Drogas (Lei 11.343/06) que proíbem expressamente a conversão da pena privativa de liberdade em restritiva de direitos (também conhecida como pena alternativa) para condenados por tráfico de drogas. A determinação da Corte limita-se a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left"><span style="color: #000000">Por  seis votos a quatro, o Supremo Tribunal Federal (STF)  decidiu hoje (1º)  que são inconstitucionais dispositivos da Nova Lei de  Drogas (Lei  11.343/06) que proíbem expressamente a conversão da pena  privativa de  liberdade em restritiva de direitos (também conhecida como  pena  alternativa) para condenados por tráfico de drogas. A determinação  da  Corte limita-se a remover o óbice legal, ficando a cargo do Juízo das   execuções criminais o exame dos requisitos necessários para conversão   da pena.</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="color: #000000">A  decisão foi tomada em um Habeas Corpus (HC 97256) e, portanto, vale   somente para o processo julgado nesta tarde. Mas o mesmo entendimento   poderá ser aplicado a outros processos que cheguem à Corte sobre a mesma   matéria.</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="color: #000000">O  habeas foi impetrado pela Defensoria Pública da União em defesa de  um  condenado a um ano e oito meses de reclusão, em regime inicialmente   fechado, flagrado com 13,4 gramas de cocaína. Os ministros decidiram que   caberá ao juiz da causa analisar se o condenado preenche ou não os   requisitos para ter sua pena privativa de liberdade convertida em uma   sanção restritiva de direito.</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="color: #000000">A  análise do habeas começou no dia 18 de março, quando o relator do   processo, ministro Carlos Ayres Britto, votou pela inconstitucionalidade   da regra, contida no parágrafo 4º do artigo 33 e no artigo 44 da Nova   Lei de Tóxicos. O julgamento foi suspenso em seguida, por um pedido de   vista do ministro Joaquim Barbosa.</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="color: #000000">Semana  passada, o julgamento foi retomado. Os ministros Dias Toffoli,  Ricardo  Lewandowski, Gilmar Mendes e Cezar Peluso se alinharam ao  relator. Já  os ministros Joaquim Barbosa, Cármen Lúcia Antunes Rocha,  Ellen Gracie e  Marco Aurélio formaram a divergência.  O julgamento foi  suspenso para  se aguardar voto do ministro Celso de Mello.</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="color: #000000">Nesta  tarde, Celso de Mello reafirmou seu posicionamento, externado  em  diversas ocasiões em julgamentos realizados na Segunda Turma do STF,   sobre a inconstitucionalidade da cláusula legal que veda a conversão da   pena privativa de liberdade em restritiva de direitos.</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="color: #000000">“Vislumbro,  nessa situação, um abuso do poder de legislar por parte  do Congresso  Nacional que, na verdade, culmina por substituir-se ao  próprio  magistrado no desempenho da atividade jurisdicional”, disse.  “Nesse  ponto [da Nova Lei de Tóxicos], entendo que a regra conflita   materialmente com o texto da Constituição”, reiterou.</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="color: #000000"><strong>Divergência</strong></span></p>
<p style="text-align: left"><span style="color: #000000">A  corrente contrária – formada após divergência aberta pelo ministro   Joaquim Barbosa – considera que o Congresso Nacional pode impor sanções   penais que julgar necessárias para enfrentar problemas que afetam o   país, desde que observem os limites legais e constitucionais, levando em   consideração os interesses da sociedade.</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="color: #000000">Fonte:   http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=160358.</span></p>
<p style="text-align: left">
<p style="text-align: left"><span style="color: #000000">PS.: <strong>em breve comentários&#8230;</strong><br />
</span></p>
E aí? Você já se inscreveu na <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?rl=cpn&cmm=90427274">comunidade oficial do PD no Orkut</a>?]]></content:encoded>
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		<title>O fim da justiça eleitoral&#8230; uma boa?</title>
		<link>http://www.pensandodireito.net/2010/09/o-fim-da-justica-eleitoral-uma-boa/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 12:43:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Polêmica]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa veio como dica da inestimável Daniela. Trata-se de um documento entregue aos juristas que estão trabalhando em um novo código eleitoral, elaborado pelos presidentes dos TREs. Cortei a baboseira para focar no que interessa: CARTA DE BRASÍLIA O Egrégio COLÉGIO DE PRESIDENTES DOS TRIBUNAIS REGIONAIS ELEITORAIS, por ocasião de sua qüinquagésima reunião ordinária, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa veio como dica da inestimável Daniela. Trata-se de um documento entregue aos juristas que estão trabalhando em um novo código eleitoral, elaborado pelos presidentes dos TREs. Cortei a baboseira para focar no que interessa:</p>
<blockquote><p>CARTA DE BRASÍLIA</p>
<p>O Egrégio COLÉGIO DE PRESIDENTES DOS TRIBUNAIS REGIONAIS ELEITORAIS, por ocasião de sua qüinquagésima reunião ordinária, que foi abrilhantada com a presença do Eminente Ministro ENRIQUE RICARDO LEWANDOWSKI, Presidente do Colendo Tribunal Superior Eleitoral, ocorrida na cidade de Brasília, Distrito Federal, nos dias 19, 20 e 21 do mês de agosto do ano de 2010, atento – na unidade de seus membros – à necessidade premente de preservação e consolidação da Democracia na Nação Brasileira, após discussão de todos os temas previamente elaborados, estes de extrema relevância para o processo eleitoral, concluiu nos seguintes termos:</p>
<p>(I) (&#8230;)<br />
(II) manifestar, oficialmente, perante a Comissão de Juristas criada para a elaboração do anteprojeto do novo código eleitoral, a preocupação dos Tribunais Regionais Eleitorais quanto às sugestões propostas para discussão, por seus membros, visando: (i) alterar-se composição dos Regionais, federalizando estas Cortes para atribuir a função jurisdicional eleitoral aos juízes federais; (ii) atribuir-se ao Poder Executivo competências de natureza administrativa da Justiça Eleitoral como a manutenção do cadastro eleitoral, registro de candidatura, administração e distribuição da propaganda eleitoral dos partidos e do horário eleitoral gratuito; expedição de instruções e<br />
resoluções regulamentadoras da execução do Còdigo Eleitoral e, por fim, a solução dos conflitos que encerrem matéria eleitoral-administrativa a outro Poder que não o Judiciário Eleitoral, desjudicializando a questão e, (iii) atribuição ao Poder Legislativo de competência para responder consultas relacionadas a questões de natureza eleitoral, porquanto, admitidas estas propostas restará evidenciado o franco esvaziamento da Justiça Eleitoral, além de permitir-se a absurda e repudiável hipótese do retorno ao estado anterior, vigente no princípio do século XX, quando o processo eleitoral era administrado sem o controle atual e de modo compartilhado entre as diversas esferas dos poderes constituídos.<br />
Entende ainda o Egrégio Colégio de Presidentes que atribuições de administrar questões extremamente relevantes, como o cadastro eleitoral, por um Poder cujos dirigentes são eleitos pela manifestação popular, resulta em expor-se a massa populacional de eleitores ao risco de manipulações eleitoreiras, entre outras situações de risco, que se pode, sem muito esforço, prever.<br />
(III) (&#8230;)<br />
Brasília, 21 de agosto de 2010<br />
Desembargador LUIZ CARLOS SANTINI<br />
Presidente do TRE/MS e Presidente do Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais</p>
<p>E aí, caros leitores. Que lhes parece a proposta de distribuição das funções da justiça eleitoral?</p></blockquote>
<p>Pessoalmente, não vejo tanto problema assim&#8230; convenhamos, a justiça eleitoral no Brasil é um super-poder, que legisla, julga e executa. Nada republicano, não?</p>
<p>E vocês?</p>
E aí? Você já se inscreveu na <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?rl=cpn&cmm=90427274">comunidade oficial do PD no Orkut</a>?]]></content:encoded>
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		<title>Saiu a súmula 456 do STJ</title>
		<link>http://www.pensandodireito.net/2010/08/saiu-a-sumula-456-do-stj/</link>
		<comments>http://www.pensandodireito.net/2010/08/saiu-a-sumula-456-do-stj/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 16:46:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no STJ]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a tradicional celeridade que lhe é própria, o STJ decidiu a questão acerca da correção dos salários-de-contribuição de benefícios anteriores à CR (é Constituição da República, ok?): É incabível a correção monetária dos salários de contribuição considerados no cálculo do salário de benefício de auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, pensão ou auxílio-reclusão concedidos antes da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a tradicional celeridade que lhe é própria, o STJ decidiu a questão acerca da correção dos salários-de-contribuição de benefícios anteriores à CR (é Constituição da República, ok?):</p>
<blockquote><p>É incabível a correção monetária dos salários de contribuição considerados no cálculo do salário de benefício de auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, pensão ou auxílio-reclusão concedidos antes da vigência da CF/1988</p></blockquote>
<p>Ok, STJ. Agora que tal resolver a questão da decadência do direito à revisão para os benefícios previdenciários concedidos antes de 1997 (quando foi instituída a decadência decenal)?</p>
<p>ISSO sim evitaria o ajuizamento de um catatau de processos (ou, em caso de julgamento favorável à tese dos segurados, evitaria a interposição de um catatau de recursos).</p>
E aí? Você já se inscreveu na <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?rl=cpn&cmm=90427274">comunidade oficial do PD no Orkut</a>?]]></content:encoded>
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		<title>Contrato de Trabalho no Saber Direito</title>
		<link>http://www.pensandodireito.net/2010/08/contrato-de-trabalho-no-saber-direito/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 01:11:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aula Grátis]]></category>
		<category><![CDATA[Deu No STF]]></category>

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		<description><![CDATA[Aulas sobre contrato de trabalho com o professor Rafael Tonassi E aí? Você já se inscreveu na comunidade oficial do PD no Orkut?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aulas sobre contrato de trabalho com o professor Rafael Tonassi</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/7p1yAQJJu7A?fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/7p1yAQJJu7A?fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VfA9Py_LIJs?fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/VfA9Py_LIJs?fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/mAXVqDkH4ns?fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/mAXVqDkH4ns?fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0P8axMBS0v8?fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/0P8axMBS0v8?fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/eUlHj1Mivxc?fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/eUlHj1Mivxc?fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
E aí? Você já se inscreveu na <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?rl=cpn&cmm=90427274">comunidade oficial do PD no Orkut</a>?]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>DECISÃO: 1ª Turma (STF) cassa condenação com base em depoimento na fase de inquérito.</title>
		<link>http://www.pensandodireito.net/2010/08/decisao-1%c2%aa-turma-stf-cassa-condenacao-com-base-em-depoimento-na-fase-de-inquerito/</link>
		<comments>http://www.pensandodireito.net/2010/08/decisao-1%c2%aa-turma-stf-cassa-condenacao-com-base-em-depoimento-na-fase-de-inquerito/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 20:19:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Cesar Faria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu No STF]]></category>

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		<description><![CDATA[Deu no STF em 24 de agosto de 2010. 1ª Turma cassa condenação com base em depoimento na fase de inquérito. Por maioria de votos, os ministros presentes à sessão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) desta terça-feira (24) concederam um Habeas Corpus (HC 96356) para J.C.M.B., que foi condenado no Rio Grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="color: #ff0000"><strong><strong>Deu no STF em </strong>24 de agosto de 2010. </strong></span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000"><strong>1ª Turma cassa condenação com base em depoimento na fase de inquérito. </strong></span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000">Por maioria de votos, os ministros presentes à sessão da  Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) desta terça-feira (24)  concederam um Habeas Corpus (HC 96356) para J.C.M.B., que foi condenado  no Rio Grande do Sul por latrocínio, apenas com base em depoimentos  prestados na fase de inquérito policial. Com a decisão, os ministros  cassaram a condenação imposta a J.C., e restabeleceram a decisão do juiz  de primeira instância, que absolveu o acusado.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000">J.C. foi absolvido em primeira instância, mas condenado pelo Tribunal  de Justiça gaúcho (TJ-RS) em sede de apelação do Ministério Público  estadual. A defesa recorreu do acórdão do TJ-RS ao Superior Tribunal de  Justiça e, depois de ter o pedido negado na corte superior, impetrou HC  no Supremo.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000"><strong>Turma </strong></span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000">O julgamento começou no início de agosto, quando o relator do caso,  ministro Marco Aurélio, votou pela concessão da ordem. Para ele, o caso  era emblemático. “Não se trata de valorar depoimentos prestados durante o  inquérito e a posterior retratação em juízo. Busca-se saber se  depoimentos colhidos durante o inquérito sem o contraditório, refutados  por sinal em juízo, servem ou não à condenação”, explicou o ministro.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000">Sobre o tema, o ministro disse que o STF vem reiteradamente  proclamado que “o que coligido na fase de inquérito não serve a  respaldar decisão condenatória”. Dessa forma, seria indispensável a  demonstração da culpa em juízo, sob o ângulo do contraditório, disse o  ministro ao votar pelo deferimento do HC.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000">Na ocasião, o julgamento foi interrompido por um pedido de vista do  ministro Dias Toffoli, que na sessão de hoje proferiu seu voto-vista. Ao  decidir acompanhar o relator, o ministro Toffoli revelou que não  encontrou nenhuma outra prova ou elemento a fundamentar a condenação,  apenas os depoimentos colhidos na fase de inquérito, e que esses  depoimentos não foram submetidos ao contraditório.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000">Apenas o ministro Ricardo Lewandowski divergiu do relator.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000"><span style="text-decoration: underline"><strong>OBS</strong></span>.: Remeto aos meus comentários já externados no post: <a title="1ª Turma (STF) discute possibilidade de condenação com base em depoimento na fase de inquérito." href="http://www.pensandodireito.net/2010/08/1%C2%AA-turma-discute-possibilidade-de-condenacao-com-base-em-depoimento-na-fase-de-inquerito/" target="_self">&#8220;</a></span><a title="1ª Turma (STF) discute possibilidade de condenação com base em depoimento na fase de inquérito." href="http://www.pensandodireito.net/2010/08/1%C2%AA-turma-discute-possibilidade-de-condenacao-com-base-em-depoimento-na-fase-de-inquerito/" target="_self">1ª Turma (STF) discute possibilidade de condenação com base em depoimento na fase de inquérito.</a><span style="color: #000000"><a title="1ª Turma (STF) discute possibilidade de condenação com base em depoimento na fase de inquérito." href="http://www.pensandodireito.net/2010/08/1%C2%AA-turma-discute-possibilidade-de-condenacao-com-base-em-depoimento-na-fase-de-inquerito/" target="_self">&#8220;.</a></span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000">Gde abraço. Fiquem na Paz.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000">Fernando Faria.<br />
</span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>No Twitter do PD desta Semana (2010-08-20)</title>
		<link>http://www.pensandodireito.net/2010/08/no-twitter-do-pd-desta-semana-2010-08-20/</link>
		<comments>http://www.pensandodireito.net/2010/08/no-twitter-do-pd-desta-semana-2010-08-20/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 21:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[http://bit.ly/95UXY5 #bislimao é um novíssimo sabor! Clique aqui e conheça! #ad # Powered by Twitter Tools E aí? Você já se inscreveu na comunidade oficial do PD no Orkut?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul class="aktt_tweet_digest">
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</ul>
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			<wfw:commentRss>http://www.pensandodireito.net/2010/08/no-twitter-do-pd-desta-semana-2010-08-20/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>1ª Turma (STF) discute possibilidade de condenação com base em depoimento na fase de inquérito.</title>
		<link>http://www.pensandodireito.net/2010/08/1%c2%aa-turma-discute-possibilidade-de-condenacao-com-base-em-depoimento-na-fase-de-inquerito/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 12:44:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Cesar Faria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu No STF]]></category>

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		<description><![CDATA[Deu no STF em 03.08.2010. A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) analisará a possibilidade de uma pessoa ser condenada com base em depoimentos prestados apenas na fase de inquérito e não confirmados em juízo. A apreciação do tema, pela Turma, foi iniciada hoje no julgamento do Habeas Corpus (HC) 96356 em favor de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000"><span style="color: #ff0000"><strong>Deu no STF em 03.08.2010.</strong></span><br />
<strong> </strong><br />
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) analisará a  possibilidade de uma pessoa ser condenada com base em depoimentos  prestados apenas na fase de inquérito e não confirmados em juízo. A  apreciação do tema, pela Turma, foi iniciada hoje no julgamento do  Habeas Corpus (HC) 96356 em favor de J.C.M.B., condenado a 27 anos de  reclusão por latrocínio. Pedido de vista do ministro Dias Toffoli adiou a  discussão.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000">Consta do HC que os depoimentos prestados por testemunhas perante  autoridade policial, durante inquérito “e sem o indispensável  contraditório”, não foram confirmadas na fase judicial. Assim, J.C.M.B.  foi condenado a 27 anos de reclusão mesmo sem apresentação em juízo,  contra ele, de prova da prática do ato criminoso.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000">As testemunhas teriam reconhecido o acusado e fizerem relato detalhado  sobre o ocorrido no local do evento que resultou na morte da vítima.  Entretanto, o promotor de justiça mostrou-se preocupado com o  enfraquecimento do quadro probatório, uma vez que as testemunhas, com  medo de ameaças, negaram em juízo o reconhecimento.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000">A defesa busca anular condenação imposta pelo Tribunal de Justiça do  estado do Rio Grande do Sul (TJ-RS) e, portanto, restabelecer sentença  de primeiro grau que absolveu seu cliente. Questiona, ainda, decisão da  Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que julgou inadequado  pedido feito em habeas corpus lá impetrado com o mesmo objetivo.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000">Em síntese, alegam os advogados que, embora as provas produzidas em  juízo tenham indicado a absolvição do acusado, o TJ-RS, em recurso de  apelação, o condenou com base, exclusivamente, em provas colhidas  durante a fase pré-processual (inquérito policial), as quais não foram  confirmadas na fase judicial. Asseveram, ainda, que, existindo duas  versões no processo (a do inquérito policial e a do processo judicial),  deve prevalecer aquela que beneficia o réu, em homenagem ao princípio do  in dubio pro reo, segundo o qual na dúvida, a decisão deve ser a mais  benéfica para o réu.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000"><span style="text-decoration: underline"><strong>Voto </strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000">“Emblemático é o caso”, disse o relator da matéria, ministro Marco  Aurélio, ao conceder a ordem para restabelecer a decisão que absolveu o  acusado. “Não se trata de valorar depoimentos prestados durante o  inquérito e a posterior retratação em juízo. Busca-se saber se  depoimentos colhidos durante o inquérito sem o contraditório, refutados  por sinal em juízo, servem ou não à condenação”, explicou.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000">Segundo ele, o STF vem reiteradamente proclamado que “o que coligido na  fase de inquérito não serve a respaldar decisão condenatória”. Dessa  forma, seria indispensável a demonstração da culpa em juízo, sob o  ângulo do contraditório. Ele citou como precedentes o Recurso  Extraordinário (RE) 287658 e HC 82622.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000">O ministro Marco Aurélio considerou que quanto mais grave a imputação  “maior a necessidade de observarem-se as franquias constitucionais”,  competindo ao Ministério Público demonstrar “de forma robusta” a culpa  do acusado. Por fim, conforme o relator, “não está em jogo apenas a  situação do paciente (acusado), mas princípios caros em um estado que se  tenha como estado democrático”.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000"><strong>Fonte: Site do STF, Terça-feira, 03 de agosto de 2010.</strong><br />
<span style="text-decoration: underline"><strong><br />
Nossos comentários:</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000">Percebe-se, pela notícia veiculada no <span style="text-decoration: underline"><strong>STF</strong></span>, que a 1ª Turma decidirá sobre a possibilidade de uma pessoa vir a ser condenada com apoio em depoimentos prestados <span style="text-decoration: underline"><strong>somente</strong></span> na fase policial, e <span style="text-decoration: underline"><strong>não</strong></span> repetidos em juízo. O grande problema é saber se só com prova produzida na fase policial [<span style="text-decoration: underline"><strong>?</strong></span>]. Ou seja, sem a célebre frase judicante &#8220;aliada a outros meios <span style="text-decoration: underline"><strong>ou</strong></span> corroborada por outros meios&#8221;. Essa ilação é muito importante.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000">Pela leitura do art. 155 do CPP diz  basicamente que o juiz formará sua convicção pela livre apreciação da  prova, mas não poderá jamais fundamentar sua decisão <span style="text-decoration: underline"><strong>EXCLUSIVAMENTE</strong></span> em elementos informativos colhidos na fase de investigação policial.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000">Eis aqui, ao meu juízo, que mora o problema. Não é de hoje que a palavra &#8220;<span style="text-decoration: underline"><strong>exclusivamente</strong></span>&#8221; do art. 155 do CPP é criticada. E não sem razão. Pensemos: <strong>o que quer dizer exclusivamente</strong>? No caso, o magistrado não poderia fundamentar sua decisão somente com elementos colhidos na fase de investigação policial. <strong>Certo?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000">Se respondermos que sim, teremos que  admitir que ele (o juiz) poderá fundamentar sua decisão metade-metade,  ou seja, poderá fundamentar sua decisão 50% com base nos elementos  informativos colhidos na fase de investigação e 50%, nos colhidos na  fase judicial, sob o crivo do contraditório e da ampla defesa.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000">E pior, admitir-se-á a possibilidade  versada no caso em questão, qual seja, valer-se de elementos de  informação, não ratificados em juízo, para fundamentar condenação  criminal.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000">Evidentemente, num Estado que se reputa  democrático de direito, que obedece a estritas bases humanas  fundamentais, não se pode adotar esse entendimento.</span><span style="color: #000000"> A ideia da ausência do contraditório na  fase de colheita de elementos de informação só se justifica se, e  somente se, esses elementos forem vazios de conteúdo probatório, <span style="text-decoration: underline"><strong>não</strong></span> capazes de, por si só, influenciar a decisão do juiz. <strong>E isso não é pouco, como pode ser tudo</strong>.  Prova é produzida em juízo contraditório. Se ausente, não posso afirmar  que se trata de prova. E não sendo, como utilizá-la para fundamentar  uma decisão criminal<span style="text-decoration: underline"><strong>?</strong></span><strong></strong></span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000"><strong>Não posso</strong>. Tanto isso é verdade, que se o acusado &#8220;<span style="text-decoration: underline"><strong>confessa</strong></span>&#8221; a prática delitiva na fase policial, vindo a não ratificar essa confissão, pelo contrário, adotar uma tese de &#8220;<strong>negativa de autoria</strong>&#8220;, mas se mesmo assim o juiz se valer dessa confissão, aliado a outros meios, condená-lo, <strong>será obrigatória a observância da circunstância legal atenuante da confissão espontânea (CP, art. 65, III, &#8220;d&#8221;). </strong>Sobre isso a jurisprudência do <span style="text-decoration: underline"><strong>STJ</strong></span><strong> </strong>é bem tranquila (REsp 908.273/PB, Rel. Ministro  ARNALDO ESTEVES LIMA, QUINTA TURMA, julgado em 23/04/2009, DJe 18/05/2009).</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000">Mas e no nosso caso<span style="text-decoration: underline"><strong>?</strong></span> Temos que lembrar que a jurisprudência do <span style="text-decoration: underline"><strong>STF</strong></span> há muito assevera que &#8220;o<strong> que coligido na fase de inquérito não serve a respaldar decisão condenatória</strong>”. E é por isso que o técnico Ministro <strong>Marco Aurélio</strong> insiste em bradar &#8220;<strong>seria indispensável a demonstração da culpa em juízo, sob o ângulo do contraditório</strong>&#8220;. No <span style="text-decoration: underline"><strong>STF</strong></span> confira-se: (<strong>RE</strong>) 287658 e (<strong>HC</strong>) 82622.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000">Diante disso, a 1ª Turma do <span style="text-decoration: underline"><strong>STF</strong></span> terá que decidir o caso. Só espero uma resposta expressa: pode ou não pode condenar <span style="text-decoration: underline"><strong>só</strong></span> com base em &#8220;<strong>provas</strong>&#8221; colhidas na fase de investigação<span style="text-decoration: underline"><strong>?</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000">Minha resposta<span style="text-decoration: underline"><strong>?</strong></span> <span style="text-decoration: underline"><strong>NÃO</strong></span>.</span></p>
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		<title>No Twitter do PD desta Semana (2010-08-13)</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 21:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[RT @gabbescobar: @EmersonWendt VOCE PODE ME MANDA O VIDEO DA MENINA DA TWITCAN LA DOS 24? &#124;&#124; sacanear delegado de polícia n e uma boa&#8230; # RT @JorgeAraujo Agora no DeT O Ministro, a licença e o bar. http://migre.me/13uQF &#124;&#124; Concordo. Esperam que o sujeito fique preso num porão? # RT @cbmaciel @PensandoDireito mas prov. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul class="aktt_tweet_digest">
<li>RT @<a href="http://twitter.com/gabbescobar" class="aktt_username">gabbescobar</a>: @<a href="http://twitter.com/EmersonWendt" class="aktt_username">EmersonWendt</a> VOCE PODE ME MANDA O VIDEO DA MENINA DA TWITCAN LA DOS 24? || sacanear delegado de polícia n e uma boa&#8230; <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20729774559" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>RT @<a href="http://twitter.com/JorgeAraujo" class="aktt_username">JorgeAraujo</a> Agora no DeT O Ministro, a licença e o bar.  <a href="http://migre.me/13uQF" rel="nofollow">http://migre.me/13uQF</a> || Concordo. Esperam que o sujeito fique preso num porão? <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20734683585" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>RT @<a href="http://twitter.com/cbmaciel" class="aktt_username">cbmaciel</a> @PensandoDireito mas prov. deveria ficar em repouso, e talvez c medicamentos incompatíveis com alcóol || isso é especulação, né <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20735951994" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>.@cbmaciel talvez até seja, mas não dá pra atirar pedras antes de SABER disso&#8230; <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20735978486" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>RT @<a href="http://twitter.com/STJNoticias" class="aktt_username">STJNoticias</a> A web vai ficar mais alegre. O STJunior está chegando <a href="http://goo.gl/fb/vhvlJ" rel="nofollow">http://goo.gl/fb/vhvlJ</a> || Socorro&#8230; criatividade à solta <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20750864690" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>Lojas online são legais. Procurei por &quot;o tempo e o vento&quot; e fui direcionado para a seção de ventiladores <img src='http://www.pensandodireito.net/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20795182972" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>A propósito, promoção boa do Submarino: Livros c/ frete grátis e um pendrive 4Gb de brinde <a href="http://migre.me/13Euz" rel="nofollow">http://migre.me/13Euz</a> <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20795394597" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>RT @<a href="http://twitter.com/CafedoRichard" class="aktt_username">CafedoRichard</a>: Uma coisa é ser criativo. Outra é ficar inventando moda. E tem funcionário público q ainda confunde isso.|| #<a href="http://search.twitter.com/search?q=%23stjfeelings" class="aktt_hashtag">stjfeelings</a> <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20818161551" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>0800 da webjet: dez minutos e contando&#8230; Só me ferro c/ transp aéreo. Queria me lotar na proc da anac&#8230; <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20821106279" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>RT @<a href="http://twitter.com/AdvocaciaGeral" class="aktt_username">AdvocaciaGeral</a> Procuradores da Fazenda Nacional em est prob não podem participar de conc de promoção <a href="http://bit.ly/cg5Z6Y" rel="nofollow">http://bit.ly/cg5Z6Y</a> || #<a href="http://search.twitter.com/search?q=%23fogoamigo" class="aktt_hashtag">fogoamigo</a> <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20849357129" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>Um feliz dia do adeva a todos! <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20855473967" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>Matando pilhas de processos na vt&#8230; <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20973490185" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
</ul>
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		<item>
		<title>A súmula 444 do STJ.</title>
		<link>http://www.pensandodireito.net/2010/08/a-sumula-444-do-stj/</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 19:07:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Cesar Faria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no STJ]]></category>
		<category><![CDATA[Polêmica]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros leitores do PD, cá estou na aula de pós graduação de um grande professor (doutorando em Direito penal pela PUC-SP) e me surgiu essa discussão: enunciado n. 444 do STJ. Ele diz: Súmula 444/STJ: &#8220;É vedada a utilização de inquéritos policiais e ações penais em curso para agravar a pena-base.&#8220; Os precedentes são: REsp [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000">Caros leitores do PD, cá estou na aula de pós graduação de um grande professor (doutorando em Direito penal pela PUC-SP) e me surgiu essa discussão: <strong>enunciado n. 444 do STJ. </strong>Ele diz:</span></p>
<p style="text-align: justify">
<blockquote>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #000000">Súmula 444/STJ: &#8220;</span><span style="text-decoration: underline">É vedada a utilização de inquéritos policiais e ações penais em curso para agravar a pena-base</span>.<span style="color: #000000">&#8220;</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Os precedentes são:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify"><strong>REsp 898854 PR</strong> 2006/0224582-9 DECISÃO:22/05/2007 DJ DATA:29/06/2007 PG:00711<br />
<strong>HC 81866 DF</strong> 2007/0092884-0 DECISÃO:25/09/2007 DJ DATA:15/10/2007 PG:00325<br />
<strong>HC 106089 MS</strong> 2008/0100443-9 DECISÃO:03/11/2009 DJE DATA:30/11/2009<br />
<strong>HC 142241 RJ</strong> 2009/0139174-7 DECISÃO:15/12/2009 DJE DATA:01/02/2010<br />
<strong>HC 96670 DF</strong> 2007/0297509-4 DECISÃO:15/12/2009 DJE DATA:08/02/2010<br />
<strong>HC 128800 MS</strong> 2009/0028469-0 DECISÃO:15/12/2009 DJE DATA:22/02/2010<br />
<strong>HC 97857 SP</strong> 2007/0310354-7 DECISÃO:21/10/2008 DJE DATA:10/11/2008<br />
<strong>REsp 730352 RS</strong> 2005/0034133-5 DECISÃO:29/09/2009 DJE DATA:19/10/2009<br />
<strong>HC 150266 MS</strong> 2009/0199608-7 DECISÃO:19/11/2009 DJE DATA:07/12/2009</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000">Pois bem, gostaria de iniciar os debates:</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000"><strong>1.</strong> A referida súmula estaria violando a CRFB/88 na perspectiva da &#8220;individualização da pena&#8221;?</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000"><strong>2.</strong> Estaria ela de acordo com a regra da inocência (CRFB, art. 5º, inc. LVII)?</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000"><strong>3.</strong> Podemos dizer que ela esvazia o conteúdo do art. 59 do CP?</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000"><strong>4.</strong> A leitura dessa súmula deve ser mais idônea, no sentido de diferenciar as circunstâncias judiciais?</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000"><span style="text-decoration: underline"><strong>?</strong></span><br />
</span></p>
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		<title>No Twitter do PD desta Semana (2010-08-06)</title>
		<link>http://www.pensandodireito.net/2010/08/no-twitter-do-pd-desta-semana-2010-08-06/</link>
		<comments>http://www.pensandodireito.net/2010/08/no-twitter-do-pd-desta-semana-2010-08-06/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 21:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pensandodireito.net/2010/08/no-twitter-do-pd-desta-semana-2010-08-06/</guid>
		<description><![CDATA[Site jurídico não tá com nada. Fui citado no outro PD &#8211; http://migre.me/11mik &#8211; (cuidado: NSFW) e tá chovendo gente no site. # Sério. Superou 30x o número de visitantes vindos do Jus Navigandi (que é o que mais manda gente pro Pensando Direito) # A URL daquele site ou livro eletrônico fica feia na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul class="aktt_tweet_digest">
<li>Site jurídico não tá com nada. Fui citado no outro PD &#8211; <a href="http://migre.me/11mik" rel="nofollow">http://migre.me/11mik</a> &#8211; (cuidado: NSFW) e tá chovendo gente no site. <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20024831738" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>Sério. Superou 30x o número de visitantes vindos do Jus Navigandi (que é o que mais manda gente pro Pensando Direito) <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20024959249" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>A URL daquele site ou livro eletrônico fica feia na nota de rodapé/bibliografia? Fácil: use um encurtador, tipo o migre.me ! <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20156708836" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>RT @<a href="http://twitter.com/AdvocaciaGeral" class="aktt_username">AdvocaciaGeral</a> PGFN dá parecer favorável a incl de dependente homoafetivo p/ fins fiscais <a href="http://bit.ly/9r38h4" rel="nofollow">http://bit.ly/9r38h4</a> || trabalho mal feito <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20170383757" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>Explico: exigem 5 anos de convivência, ao passo q o CC não mais fixa tempo mínimo para união estável. <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20170416097" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>RT @<a href="http://twitter.com/STF_oficial" class="aktt_username">STF_oficial</a> Min Celso de Mello suspende lim. punição aplicada pelo CNJ a juízes do MT. <a href="http://bit.ly/caI2Lz" rel="nofollow">http://bit.ly/caI2Lz</a> || who watches the watchmen? <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20175456092" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>RT @<a href="http://twitter.com/el_pais" class="aktt_username">el_pais</a> Mercosur intenta resucitar con un nuevo Código Aduanero <a href="http://bit.ly/ddZnEF" rel="nofollow">http://bit.ly/ddZnEF</a> || alguém ouviu isso na midia daqui? <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20248950128" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>Meus parabéns à minha amiga @<a href="http://twitter.com/camilavicenci" class="aktt_username">camilavicenci</a> , recém admitida no programa de doutorado em DIP da Faculdade de Coimbra! Merecido! <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20321038930" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>RT @<a href="http://twitter.com/PensandoDireito" class="aktt_username">PensandoDireito</a>:Leia agora no PD:Como fazer plano de estudo? <a href="http://bit.ly/969sPd" rel="nofollow">http://bit.ly/969sPd</a> (divulgação do post noturno) <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20384406254" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>.@_junz Aqui os PL de 2010 <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Projetos/Quadros/quadro_PL/2010.htm" rel="nofollow">http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Projetos/Quadros/quadro_PL/2010.htm</a> <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20386855661" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>RT @<a href="http://twitter.com/airesrover" class="aktt_username">airesrover</a> Mapa &#8211; Maiores salários dos servidores públicos federais <a href="http://bit.ly/aAgFOl" rel="nofollow">http://bit.ly/aAgFOl</a> // esqueceram do POJUD, POLEG e MP <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20389754255" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>Sério, quem foi o IDIOTA que inventou que valor recebido de boa-fé não deve ser devolvido?! <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20403249312" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>Acabaram com o prinicípio da vedação ao enriquecimento sem justa causa (vejam que não é ILICITO, mas sim SEM JUSTA CAUSA) <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20403343697" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>Recebeu valor a mais e estava de boa fé? Jóia, devolva sem juros nem cominações de qquer gênero. Parece tão simples&#8230; <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20403395656" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>RT @<a href="http://twitter.com/CafedoRichard" class="aktt_username">CafedoRichard</a> Segundo percepção da pop, é maior a possib de subornar juízes no BR do q na Colômbia e Bolívia #<a href="http://search.twitter.com/search?q=%23conferenciaPJ" class="aktt_hashtag">conferenciaPJ</a> || discordo <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20416700172" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>.@CafedoRichard Percebo vários problemas c/ relação aos juízes junto aos quais trabalhei, mas nunca tive a impressão de estarem vendidos <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20416764474" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>.@CafedoRichard Exceção feita aos dois célebres paranaenses do TRF4 (Dirceu e Lipmann) que estão afastados&#8230; <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20416825259" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>RT @<a href="http://twitter.com/josevitor" class="aktt_username">josevitor</a>: &quot;Cite-se, cientificando-o de que deverá comparecer acompanhado de advogado, sob pena de nomeação de um dativo&quot; 1ª V.Cri Joinv <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20468738904" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>RT @<a href="http://twitter.com/linsandre" class="aktt_username">linsandre</a>: Que tal uma lista negra de políticos que enviam propaganda eleitoral por e-mail sem autorização? // uma ótima! <a href="http://twitter.com/pensandodireito/statuses/20490824411" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
</ul>
<p class="aktt_credit">Powered by <a href="http://alexking.org/projects/wordpress">Twitter Tools</a></p>
E aí? Você já se inscreveu na <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?rl=cpn&cmm=90427274">comunidade oficial do PD no Orkut</a>?]]></content:encoded>
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