Decoro?
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Olha, não sei nem sobre o que estavam decidindo, mas… que chato isso, hein? Não que eu seja grande defensor de formalismos, mas acho que esse tipo de quebradeira não deveria acontecer em uma Corte. Principalmente NA Corte.
Enfim… toca o baile.
Ah! Vi primeiro lá n’O Processo Penal
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Comentários
Acho muito interessante isso ter acontecido, é claro que ser ministro do stf requer postura, idoneidade, enfim…
No entanto, isso mostra e lembra que são seres humanos que estão lá.
se um homem é corruptível num município, o quão não é numa corte suprema?
Ta certo que la é o lugar da justiça, onde ela deve se manifestar, e de onde ela deve emanar, Mas os caras são humanos, não tem jeito.
Achei muito bom isso ter acontecido.
me lembro de uma frase que certa vez meu pai citou:
“tem que haver sangue para haver paz”, não recordo o nome do autor, mas historicamente faz sentido. e no caso em apreço, da guerra entre os ministros, embora que com ela tenha-se a possibilidade de mair insegurança jurídica, pode haver mudanças e respostas relevantes para a sociedade.
nesse sentido é que afirmo que fiquei contente com o episódio, pois tras perspectivas de um algo desconhecido.
Quem está acompanhando os fatos sabe que o Min. Joaquim Barbosa está representando o povo brasileiro e somente ele ao que aparenta. Os favorecimentos e alianças entre os poderes estão latentes e são perigosos para a democracia.
O que deveria ser um poder “independente” na realidade é o guarda costas do executivo.
Vimos numa ação inédita do TST o Governador eleito dar lugar à Rosana Sarnei, sendo que seu pai ocupa a presidência de uma das casas do Legislativo.
Carta Capital publicou reportagem sobre Gilmar Mendes, como conseguiu poder e elegeu seu irmão prefeito de uma cidade usando sua influência política.
A Andec (Associação Nacional de Defesa do Consumidor) divulgou nota a todos os associados e também em seu site, alertando para a possibilidade de, durante as férias dos ministros do STF, Gilmar julgar procedente ação dos bancos para não pagar as diferenças dos planos Collor, Verão e Bresser. Talvez não fosse isso o fato teria se consumado.
IMPEACHEMENT PARA GILMAR MENDES JÁ!!!
“Quem está acompanhando os fatos sabe que o Min. Joaquim Barbosa está representando o povo brasileiro e somente ele ao que aparenta.”
Não representa ninguém!!!
Representação popular deve ser exercida com inteligência, não com condutas inadequadas!
Que briga ridícula! E não é a primeira vez que o JB inventa confusão (já brigou com o Min. Marco Aurélio, Eros Grau e com o próprio Gilmer em outra oportunidade)
E falando em representação, qual a legitimidade popular do Judiciário? Pode o judiciário afastar normas aprovadas pelo parlamento popular? Qual a legitimdiade?
Interessante a leitura de Habermas,em conjunto com Marcelo Neves (Entre Themis e Leviatã…Disserta sobre Democracia de periferia)
Abraços
Ígor
O Bruno Ricardo refere-se ao brocardo romano “se vis pacem, para bellum”, se queres a paz, prepara-te para a guerra, comentada no link http://pt.wikipedia.org/wiki/Si_vis_pacem,_para_bellum .
Com relação ao Gilmar Mendes e ao Joaquim Barbosa: é óbvio o despreparo emocional do Min. Joaquim Barbosa, afinal, todas as manifestações pessoalizadas e que determinam ofensas aos demais integrantes do STF partem dele. Quanto ao Gilmar Mendes, não pode ser depositada única e exclusivamente em sua conta as decisões favoráveis ao Daniel Dantas e aos ricos delinquentes deste Brasil, já que muitas das suas decisões acabaram tornando-se súmulas vinculantes que, para serem aprovadas, precisam da maioria absoluta dos membros da Corte, não estando sozinho em suas opiniões, compartilhadas pelos demais Ministros. De outra banda, mesmo as decisões monocráticas proferidas em Habeas Corpus vêm sendo confirmadas pelas turmas, o que, se não determina o acerto da decisão, ao menos impõe que outros Ministros estejam pensando da mesma forma, o que o absolveria de qualquer acusação de benefício direto ou interesses escusos próprios.
Sinceramente, prefiro o “bate-boca” (que demonstra autonomia e ponto de vistas individuais dos pares no Supremo), do que decisões que demonstram decisões já combinadas e o corporativismo.
http://www.oab.org.br/noticia.asp?id=16670
OAB repudia ideia do STF de censurar transmissões ao vivo após bate-boca
Brasília, 04/05/2009 – O Pleno do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil aprovou hoje (04), por aclamação, moção proposta pelo conselheiro Aristoteles Atheniense, de Minas Gerais, em apoio às declarações do presidente da Seccional da OAB do Rio de Janeiro, Wadih Damous, publicadas pela revista IstoÉ, em repúdio à intenção de alguns ministros do Supremo Tribunal Federal de proibir as transmissões diretas, pela televisão, das sessões daquela Corte. A ideia foi aventada após o bate-boca ao vivo entre os ministros Gilmar Mendes, presidente do STF, e Joaquim Barbosa, durante sessão de julgamento.
“Caso o presidente do Supremo resolva vetar as transmissões ao vivo, estabelecendo a transmissão apenas de programas editados sobre as sessões de julgamento do Pleno, a questão é saber quem será o censor”, afirmou o presidente nacional da OAB, Cezar Britto, ao comentar a ideia de cancelamento das transmissões ao vivo e sua substituição por transmissões das sessões editadas.
Britto acolheu a moção proposta pelo conselheiro Aristoteles e observou que “é consenso da advocacia que a proibição de se transmitir ao vivo as sessões do STF é um fato inconstitucional, pois constituiria censura inadmissível”. O conselheiro por Minas Gerais, ao apoiar as declarações do presidente da OAB-RJ, Wadih Damous, considerou-as “bastante oportunas”. Ele disse “discordar totalmente” da ideia de censura das transmissões ao vivo das sessões do STF.
“Não concordo em absoluto com essa intenção de se vetar as transmissões por TV daquelas sessões do Supremo”, disse Aristoteles. “O sistema atual, de transmissões livres, com todos os seus defeitos, é muito melhor que a censura ou edições controladas previamente”, acrescentou.

Caro Igor, tudo jóia?
admiro seu trabalho neste blog, o frequento sempre.
bom, a respeito do fato.
Acho muito interessante isso ter acontecido, é claro que ser ministro do stf requer postura, idoneidade, enfim…
No entanto, isso mostra e lembra que são seres humanos que estão lá.
se um homem é corruptível num município, o quão não é numa corte suprema?
Ta certo que la é o lugar da justiça, onde ela deve se manifestar, e de onde ela deve emanar, Mas os caras são humanos, não tem jeito.
Achei muito bom isso ter acontecido.
me lembro de uma frase que certa vez meu pai citou:
“tem que haver sangue para haver paz”, não recordo o nome do autor, mas historicamente faz sentido. e no caso em apreço, da guerra entre os ministros, embora que com ela tenha-se a possibilidade de mair insegurança jurídica, pode haver mudanças e respostas relevantes para a sociedade.
nesse sentido é que afirmo que fiquei contente com o episódio, pois tras perspectivas de um algo desconhecido.