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	<title>Comments on: Linhas Tênues</title>
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	<description>Mais do que meros divulgadores</description>
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		<title>By: Raquel</title>
		<link>http://www.pensandodireito.net/2008/10/linhas-tenues/comment-page-1/#comment-1592</link>
		<dc:creator>Raquel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 21:01:07 +0000</pubDate>
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		<description>Ih, depois é que fui ver que o Roberto Bolanhos estava criticando o blog do George, mas meu intuito não foi criticar. O meu foi de propor um caso concreto. E já apareceu por lá alguém encarnando em mim. Normal! (risos)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ih, depois é que fui ver que o Roberto Bolanhos estava criticando o blog do George, mas meu intuito não foi criticar. O meu foi de propor um caso concreto. E já apareceu por lá alguém encarnando em mim. Normal! (risos)</p>
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		<title>By: Raquel</title>
		<link>http://www.pensandodireito.net/2008/10/linhas-tenues/comment-page-1/#comment-1591</link>
		<dc:creator>Raquel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 17:39:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.infostf.com/?p=255#comment-1591</guid>
		<description>Igor, deixei a seguinte discussão no blog do professor George. Proponho a discussão por aqui também.

&quot;Olá, professor George. Primeiramente, desejo parabenizar pelo seu site que tem muito a contribuir para o aprendizado de todos os que se iniciam no estudo do Direito Constitucional e para concursos, como é o meu caso.

Assim como o leitor Roberto Bolanhos, eu também gostaria de propor a análise de um caso concreto.

Ontem, dia 12 de outubro, fui a uma igreja católica em Niterói, Rio de Janeiro, no Bairro de São Lourenço (igreja de mesmo nome) para o batizado da filha de um casal de amigos. O dia estava quente, a igreja estava cheia porque seriam realizados 30 batismos em uma mesma cerimônia. Realmente, o padre estava consagrando o princício da &quot;economia processual&quot;, caso essa existisse no meio eclesiático. 

Entrei na igreja, fiquei em pé porque o recinto estava com uma lotação maior que a normal, mas eu estava calma porque entrava pelas portas um vento fresco e fazia o ar circular agradavelmente.

Para a minha surpresa e decepção, o padre deu início à cerimônia e seus funcionários fecharam as portas laterais com trincos e toras de madeira. Não gostei, mas continuei calma até o momento em que comecei a me sentir mal porque o ar estava abafado e comecei a sentir sede. Os ventiladores internos não eram suficientes para a circulação do ar. Além disso, comecei a ficar aborrecida porque o padre reclamava o tempo todo das crianças chorando e da falta de silêncio. Afinal, era muita gente. 

Em vão, tentei sair da igreja para comprar uma garrafa de água, pois as portas de saída frontais (além das laterais), apesar de serem grades que possibilitavam a passagem do ar, estavam trancadas com cadeados.

Como não costumo freqüentar aquela igreja, não sabia quem era responsável pela porta. Se bem que isso era inútil porque não havia nenhum funcionário perto da dela. Havia apenas as grades e os cadeados. Eu não quis causar alvoroço no batizado, momento importante, para meus amigos (advogados como eu e conhecedores dos direitos fundamentais). Por isso, eu aguardei pacientemente o fim da cerimônia para sair, mas senti-me agoniada. Sequer consegui prestar atenção ao que dizia o padre. 

Diante do fato exposto, proponho uma análise da colisão do Direito Fundamental entre a liberdade de locomoção e a liberdade de crença religiosa ou qualquer outro tipo de análise que o caso ensejar. 

Att,
Raquel Monteiro&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Igor, deixei a seguinte discussão no blog do professor George. Proponho a discussão por aqui também.</p>
<p>&#8220;Olá, professor George. Primeiramente, desejo parabenizar pelo seu site que tem muito a contribuir para o aprendizado de todos os que se iniciam no estudo do Direito Constitucional e para concursos, como é o meu caso.</p>
<p>Assim como o leitor Roberto Bolanhos, eu também gostaria de propor a análise de um caso concreto.</p>
<p>Ontem, dia 12 de outubro, fui a uma igreja católica em Niterói, Rio de Janeiro, no Bairro de São Lourenço (igreja de mesmo nome) para o batizado da filha de um casal de amigos. O dia estava quente, a igreja estava cheia porque seriam realizados 30 batismos em uma mesma cerimônia. Realmente, o padre estava consagrando o princício da &#8220;economia processual&#8221;, caso essa existisse no meio eclesiático. </p>
<p>Entrei na igreja, fiquei em pé porque o recinto estava com uma lotação maior que a normal, mas eu estava calma porque entrava pelas portas um vento fresco e fazia o ar circular agradavelmente.</p>
<p>Para a minha surpresa e decepção, o padre deu início à cerimônia e seus funcionários fecharam as portas laterais com trincos e toras de madeira. Não gostei, mas continuei calma até o momento em que comecei a me sentir mal porque o ar estava abafado e comecei a sentir sede. Os ventiladores internos não eram suficientes para a circulação do ar. Além disso, comecei a ficar aborrecida porque o padre reclamava o tempo todo das crianças chorando e da falta de silêncio. Afinal, era muita gente. </p>
<p>Em vão, tentei sair da igreja para comprar uma garrafa de água, pois as portas de saída frontais (além das laterais), apesar de serem grades que possibilitavam a passagem do ar, estavam trancadas com cadeados.</p>
<p>Como não costumo freqüentar aquela igreja, não sabia quem era responsável pela porta. Se bem que isso era inútil porque não havia nenhum funcionário perto da dela. Havia apenas as grades e os cadeados. Eu não quis causar alvoroço no batizado, momento importante, para meus amigos (advogados como eu e conhecedores dos direitos fundamentais). Por isso, eu aguardei pacientemente o fim da cerimônia para sair, mas senti-me agoniada. Sequer consegui prestar atenção ao que dizia o padre. </p>
<p>Diante do fato exposto, proponho uma análise da colisão do Direito Fundamental entre a liberdade de locomoção e a liberdade de crença religiosa ou qualquer outro tipo de análise que o caso ensejar. </p>
<p>Att,<br />
Raquel Monteiro&#8221;</p>
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		<title>By: Marcelo</title>
		<link>http://www.pensandodireito.net/2008/10/linhas-tenues/comment-page-1/#comment-1590</link>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 17:19:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.infostf.com/?p=255#comment-1590</guid>
		<description>Confesso que quando do seu primeiro post sobre beneficio assitencial, ligado a &quot;kachanga&quot;, iria comentar, mas não o fiz sei lá porque razão. O tema é importantissímo, de suma relevância, e queria acrescentar que tudo começa com o tratamento &quot;funcionários públicos&quot; da autarquia previdenciaria, os atendentes, que, é quero assim acreditar, em razão de suas auditorias, tem receio de dar o que tá na lei e tratam as pessoas que ali pleiteiam de forma péssima. O que me revolta é ver sentenças negando a concessão de tal beneficio em razão da familia ter o ônus de prestar assisntencia. Eu sei que nosso constituição escolheu por este caminho, mas existem casos que se torna impraticaveis tais preceitos. Enfim, é um tema que abre um leque de opiniões. Gostaria por fim de parabenizar teu blog, desde que tive acesso a ele tenho sido um frequentador diário. Parábens pelo material de eleitoral, para todos como eu que prestam concurso, de enorme valia.

Um abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Confesso que quando do seu primeiro post sobre beneficio assitencial, ligado a &#8220;kachanga&#8221;, iria comentar, mas não o fiz sei lá porque razão. O tema é importantissímo, de suma relevância, e queria acrescentar que tudo começa com o tratamento &#8220;funcionários públicos&#8221; da autarquia previdenciaria, os atendentes, que, é quero assim acreditar, em razão de suas auditorias, tem receio de dar o que tá na lei e tratam as pessoas que ali pleiteiam de forma péssima. O que me revolta é ver sentenças negando a concessão de tal beneficio em razão da familia ter o ônus de prestar assisntencia. Eu sei que nosso constituição escolheu por este caminho, mas existem casos que se torna impraticaveis tais preceitos. Enfim, é um tema que abre um leque de opiniões. Gostaria por fim de parabenizar teu blog, desde que tive acesso a ele tenho sido um frequentador diário. Parábens pelo material de eleitoral, para todos como eu que prestam concurso, de enorme valia.</p>
<p>Um abraço.</p>
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		<title>By: Raquel</title>
		<link>http://www.pensandodireito.net/2008/10/linhas-tenues/comment-page-1/#comment-1589</link>
		<dc:creator>Raquel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 03:11:41 +0000</pubDate>
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		<description>Virei fã do George (2).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Virei fã do George (2).</p>
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		<title>By: Daniela</title>
		<link>http://www.pensandodireito.net/2008/10/linhas-tenues/comment-page-1/#comment-1587</link>
		<dc:creator>Daniela</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 02:38:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.infostf.com/?p=255#comment-1587</guid>
		<description>Hum... Talvez eu tenha deficiências de interpretação, mas acho que tu concluiu o pensamento!
Na realidade, tu está defendendo uma posição nem um pouco simpática (e eu concordo com ela).
Mas, se eu sou o juiz e vou dormir pensando naquela foto horrível que constava no laudo de perícia sócio-econômica do processo, na dúvida, mais fácil (pra ter um sono tranqüilo) é conceder o benefício assistencial. Afinal, pra que tanta argumentação? Que diferença vai fazer 1 salário mínimo pra um Estado que arrecada tanto? O valor é até menor que uma diária de um juiz...
Fazer caridade com o dinheiro dos outros (da União) é fácil.
Mas talvez o alento - ou a frustração - é que a história normalmente se repete: regras muito restritivas (só alguém em estado vegetativo ganha) que vão sendo alargadas aos poucos, até virar bagunça (está com gripe e não é segurado? Benefício assistencial!), quando então alguém organiza a casa e recomeça-se novamente (quase ninguém ganha).
O alguém normalmente é o STF, que, entre o &quot;coitadinho&quot; e o rombo no orçamento, costuma ser bem pragmático. E como não ser? Pesa sobre os ombros dos ministros a responsabilidade de quebrar o país. 
Que me vem à memória: FGTS (por que só 2 planos?), URV (por que servidor ganha e aposentado não?) e advogado em PAD (quantos mil demitidos retornariam ao serviço público?)
Mas, caso a idéia seja fomentar o debate, tenho uma sugestão: o conceito de deficiente nos concursos públicos (agora também no concurso pra juiz - http://www.stf.gov.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=97356&amp;caixaBusca=N).
Nesse contexto, tu pode colocar os mesmos problemas:
- aquele que faz quimioterapia pode concorrer na vaga para PPD? E o que tem visão monocular?
E quem só tem um braço?
Mesmo se tratando de realidades bem diferentes - ações afirmativas para PPD e assistência social -
acho que visualizamos a situação de uma forma diferente quando ela nos afeta diretamente.
Quem discorda?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hum&#8230; Talvez eu tenha deficiências de interpretação, mas acho que tu concluiu o pensamento!<br />
Na realidade, tu está defendendo uma posição nem um pouco simpática (e eu concordo com ela).<br />
Mas, se eu sou o juiz e vou dormir pensando naquela foto horrível que constava no laudo de perícia sócio-econômica do processo, na dúvida, mais fácil (pra ter um sono tranqüilo) é conceder o benefício assistencial. Afinal, pra que tanta argumentação? Que diferença vai fazer 1 salário mínimo pra um Estado que arrecada tanto? O valor é até menor que uma diária de um juiz&#8230;<br />
Fazer caridade com o dinheiro dos outros (da União) é fácil.<br />
Mas talvez o alento &#8211; ou a frustração &#8211; é que a história normalmente se repete: regras muito restritivas (só alguém em estado vegetativo ganha) que vão sendo alargadas aos poucos, até virar bagunça (está com gripe e não é segurado? Benefício assistencial!), quando então alguém organiza a casa e recomeça-se novamente (quase ninguém ganha).<br />
O alguém normalmente é o STF, que, entre o &#8220;coitadinho&#8221; e o rombo no orçamento, costuma ser bem pragmático. E como não ser? Pesa sobre os ombros dos ministros a responsabilidade de quebrar o país.<br />
Que me vem à memória: FGTS (por que só 2 planos?), URV (por que servidor ganha e aposentado não?) e advogado em PAD (quantos mil demitidos retornariam ao serviço público?)<br />
Mas, caso a idéia seja fomentar o debate, tenho uma sugestão: o conceito de deficiente nos concursos públicos (agora também no concurso pra juiz &#8211; <a href="http://www.stf.gov.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=97356&#038;caixaBusca=N" rel="nofollow">http://www.stf.gov.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=97356&#038;caixaBusca=N</a>).<br />
Nesse contexto, tu pode colocar os mesmos problemas:<br />
- aquele que faz quimioterapia pode concorrer na vaga para PPD? E o que tem visão monocular?<br />
E quem só tem um braço?<br />
Mesmo se tratando de realidades bem diferentes &#8211; ações afirmativas para PPD e assistência social -<br />
acho que visualizamos a situação de uma forma diferente quando ela nos afeta diretamente.<br />
Quem discorda?</p>
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